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gastaoss



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PostSubject: Notícias....   Wed Oct 31, 2007 9:50 pm

Ouro supera os 800 dólares a onça em Nova York


NOVA YORK (AFP) - O ouro superou nesta quarta-feira os 800 dólares a onça no mercado a termo de Nova York, pela primeira vez desde 1980, após a decisão da Reserva Federal (Fed) de reduzir em 0,25% sua principal taxa de juros.PUBLICIDADE



No New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato com vencimento em dezembro atingiu os 800,80 dólares.As cotações do ouro decolaram após a nova flexibilização monetária anunciada pelo Fed devido aos temores de inflação, exacerbados pela forte alta dos preços do petróleo.Diante da ameaça de inflação, muitos investidores se refugiam no ouro.



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gastaoss



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PostSubject: Mercado saúda corte de juros, mas espera mais do Fed   Wed Oct 31, 2007 9:51 pm

Mercado saúda corte de juros, mas espera mais do Fed

Analistas querem que órgão invista em outras medidas para sanar economia dos EUA.

Bruno Garcez - BBC
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De Washington - Os principais analistas ouvidos pela BBC Brasil saudaram o corte na taxa de juros de 0,25 ponto percentual, anunciado nesta quarta-feira pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano), que fixou a taxa em 4,5% ao ano.


Mas esses analistas afirmam que o Fed ainda precisará promover novos cortes e anunciar outras medidas para contornar o quadro atual, que ameaça a economia americana e que foi impulsionado, em boa parte, pela crise no setor imobiliário do país.


No entender de Irwin Kellner, economista-chefe do North Fork Bank, o Fed deveria ter sinalizado de forma mais clara que pretende fazer novos cortes de taxas de juros, possivelmente já na próxima reunião do órgão, em dezembro. Kellner diz que os Estados Unidos poderão viver uma recessão se o Fed não tomar ''medidas dramáticas''.


Ele afirma que o Fed deve flexibilizar suas reservas e atuar junto aos bancos do país para estimulá-los a renegociar termos de empréstimos que promoveram. A atual crise foi desencadeada por empréstimos hipotecários do tipo subprime, feitos a pessoas com histórico de crédito duvidoso.


De acordo com Kellner, a medida é necessária ''porque a infecção não está se espalhando apenas pelos Estados Unidos, mas também por mercados financeiros globais e por instituições financeiras globais''.


O diretor do Centro de Estudos de Habitação da Universidade de Harvard, Nicolas Retsinas, afirma que o corte de taxas de juros foi positivio para o setor imobiliário, mas acredita que o Fed precisa ir além.


''O Fed, juntamente com outras agências regulatórias, precisa centrar a sua atenção em formas com apressar o refinanciamento de algumas dessas hipotecas tóxicas. Nos próximos meses, vamos viver uma série de atrasos em pagamentos (de hipotecas). Se não lidarmos com isso, estaremos minando a recuperação do setor'', diz.


Ao contrário de Kellner, que afirma ser necessário novas reduções de juros, Retsinas recomenda cautela.


''Ironicamente, se o Fed cortar taxas de juros em demasia, isso poderá alimentar temores inflacionários. O que teria efeitos negativos sobre o setor imobiliário.''


O economista Josh Bivens, do Economic Policy Institute, de Washington, também defende parcimônia no que diz respeito a novas reduções nos juros.


''O corte foi na medida. Se o Fed tivesse promovido uma redução de 0,5 ponto percentual, que teria sido idêntica à que foi feita em setembro, poderia sinalizar que as perspectivas para a economia seriam sombrias'', afirma Bivens.


O economista afirma que os Estados Unidos precisam investir em algum tipo de ação regulatória, para impedir práticas de empréstimo irresponsáveis, mas diz que não compete a instituiçõs como o Fed auxiliar bancos que promoveram empréstimos desta natureza.


''Uma ação regulatória precisa acontecer, pessoas precisam ser informadas sobre os empréstimos que estão contraindo, mas não acho que caiba a uma agência governamental ajudar as instituições financeiras que enfrentam dificuldades. Elas sabiam dos riscos que corriam ao fazer tais empréstimos.
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gastaoss



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PostSubject: Bolsa de São Paulo fecha em novo recorde com alta de 1,45%   Wed Oct 31, 2007 9:57 pm

Bolsa de São Paulo fecha em novo recorde com alta de 1,45%






2 horas, 48 minutos atrás

São Paulo, 31 out (EFE).- O índice Ibovespa da Bolsa de Valores de São Paulo fechou hoje o último pregão de outubro com uma alta de 934 pontos (1,45%), aos 65.317 pontos, comemorando a decisão do Federal Reserve de reduzir os juros básicos da economia americana de 4,75% para 4,50%.PUBLICIDADE



Mal foi divulgada a decisão do Fed, que não foi unânime, aconteceram constantes altos e baixos no Dow Jones, com o índice inclusive ficando alguns momentos no vermelho, enquanto no Brasil o Ibovespa acelerou sua alta e voltou a operar acima da marca dos 65.000 pontos, com pontuação mínima de 64.385 e máxima de 65.320 pontos.A Bovespa realizou 213.738 operações, com 3,559 bilhões de títulos negociados e giro financeiro de R$ 6,329 bilhões.A alta das ações ordinárias da Cyrela (5,61%) e a queda das preferenciais da Comgas (3,04%) foram o destaque do dia no Ibovespa.Na sessão, 42 ações fecharam em alta, 19 em baixa e duas permaneceram estáveis.O mercado à vista do Ibovespa continuou com os papéis preferenciais da Petrobras à frente, depois de uma participação no dia de 18,67% e alta de 2,85% no valor das ações.O volume financeiro negociado nas ações preferenciais da Petrobras foi de R$ 820,9 milhões (cerca de US$ 470,6 milhões).O real fechou o mês em linha ascendente e se valorizou 0,62% frente o dólar, que fechou a R$ 1,743 para compra e R$ 1,744 por dólar para venda na taxa de câmbio comercial, o preço mais baixo desde março de 2000

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